terça-feira, 23 de julho de 2013

Irai - Nannotrigona testaceicornis (Lepeletier)


O casebre seria demolido, então resolvemos resgatar duas colônias de Abelha Iraí (Nannotrigona testaceicornis (Lepeletier).












DEPOIS DE 7 DIAS !!!

domingo, 16 de junho de 2013

2° Simpósio de Apicultura e Meliponicultura de MUZAMBINHO - Minas Gerais. (16 E 18/08 DE 2013)


   Entre os dias 16 e 18 de agosto de 2013 será realizado, no IFSULDEMINAS - Câmpus Muzambinho, o 2° Simpósio de Apicultura e Meliponicultura de Minas Gerais e 1º Fórum de discussão sobre Apiterapia. O evento, que está sendo organizado em parceria com a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – FMRP – USP, terá a participação de produtores, empresários do setor, alunos e de renomados pesquisadores de várias regiões do Brasil.

   Durante o Simpósio serão ofertados vários cursos com temas relacionados à biologia da abelha, técnicas de produção de mel própolis e demais produtos, bem como, manejo, divisão e captura de colônias de abelhas sem ferrão, dentre outros temas relacionados à meliponicultura. Ainda serão ministradas palestras sobre abelhas solitárias polinizadoras de frutíferas, sobre a importância das abelhas para a manutenção do ecossistema, sobre a alta produtividade na apicultura e outras.

   Pesquisadores podem enviar seus resumos para serem apresentados em formato de banner ou de forma oral.


   O Simpósio contará também com um concurso de fotografias e desenho, com temas relacionados à natureza.

Mandaçaia 7 DIAS

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Mandaçaia do chão. (Melípona Quinquefasciata)


  Em uma das nossas andanças, na Serra da Canastra/MG..........


MANDAÇAIA OU URUÇU DO CHÃO
Melipona quinquefasciata (Lepeletier)
Abelhas com nidificação subterrânea. Encontrada em áreas abertas.
Ninhos com favos horizontais ou verticais, potes grandes (cerca de
3-4cm). Espécie pouco estudada até o momento.

ABELHA IRAÍ - Nannotrigona testaceicornis (Lepeletier)
   As abelhas Iraí, como são mais conhecidas, são abelhas Totalmente mansas, sociais, cujos ninhos são encontrados em ocos (de árvores, moirões de cerca, paredes de pedra, etc.), os quais raramente são ocupados inteiramente, o que também ocorre em colmeias artificiais. 
   A entrada do ninho é geralmente curta e construída com cerume, sendo fechada à noite. 
   Os favos de cria são helicoidais, mas podem ocorrer favos horizontais e há células reais. 
   O invólucro está presente nos favos de cria. Os potes de alimento são pequenos e podem atingir 1,5 cm de altura (Nogueira-Neto, 1970). As colônias apresentam de 2.000 a 3.000 abelhas (Lindauer & Kerr, 1960).
ABELHA IRAÍ - Nannotrigona testaceicornis (Lepeletier)

sábado, 4 de maio de 2013

Cortiço para Abelha sem Ferrão.

   Quanta sorte, nas minhas andanças pelas estradas de terra da minha região me deparei com este pedaço de toco no canto da estrada, era um pinheiro que, não sei por qual motivo, alguém derrubou e tacou fogo. Mas parece que levaram alguns pedaços,,,, nunca notei a presença de nenhuma abelha nele ! Pois seria uma hipótese por terem o derrubado.
Bom, deixaram esta parte para trás e logo o trouxe para o meliponário.

Pretendo fazer uma divisão de Mandaçaia e colocá-las aí !

   Vou tentar fazer um corte na parte menos espeça para facilitar um futuro manejo, vou tentar colocar dobradiças.

   Logo depois aquela demão de verniz ecológico feito com o Geoprópolis das MQA's.







Alimentação complementar para abelhas sem ferrão.


50% ÁGUA MINERAL
 + 50% AÇÚCAR CRISTAL OU MEL
+ 2 a 3 GOTAS DE POLIVITAMÍNICO A CADA 600ML

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Movimentação Abelhas Borá II Tetragona Clavipes)

Abelha Mirim na Caixa de Som.

   Olha Só pessoal, à um tempo ganhei esta caixa de som abitada por uma colônia de Abelhas Mirins, (Mirim Guaçú - Plebéia Remota / Holmberg).


   Hoje pela manhã, observei a entrada do canudo e observei que elas haviam depositado resinas para impedir a invasão de algum inimigo natural (Formigas, Moscas e até mesmo outras abelhas).



FOTOS DO INTERIOR DA CAIXA:



Após o inverno pretendo transferi - las para caixa racional para facilitar o manejo.


sexta-feira, 29 de março de 2013

"MQA"


Pesticidas comprometem atividade cerebral de abelhas


   Pesquisadores europeus analisaram os impactos gerados pelos pesticidas nas colônias de abelhas européias.


 O resultado mostrou que os agentes químicos atingem diretamente as funções cerebrais destes insetos.

   Os dois tipos de pesticida analisados são usados em atividades que impactam as abelhas. O neonicotinoides é aplicado em lavouras e o coumafos, um dos inseticidas mais comuns no mundo, é aplicado nas próprias colmeias para combater os ácaros.

   De acordo com o estudo, publicado na revista Nature Communications, a memória e a capacidade de localização das abelhas são totalmente comprometidas em consequência com contato com os pesticidas. Por causa disso, muitas colônias podem ser afetadas profundamente.



   “As [abelhas] polinizadoras têm comportamentos sofisticados enquanto se alimentam que exigem que aprendam e se lembrem de tratos florais associados à comida. A interrupção desta importante função tem implicações profundas na sobrevivência de colônias de abelhas produtoras de mel porque as abelhas que não conseguem aprender, não conseguirão encontrar comida”, explicou Geraldine Wright, do Centro de Comportamento e Evolução da Universidade de Newcatle, em declaração à AFP.


   Não somente as abelhas devem sofrer com a consequência do contato com pesticidas, mas também os humanos que dependem do mel e da ação polinizadora destes insetos. Os pesquisadores alertam que, sem que as abelhas exerçam esta função básica, muitos cultivos seriam comprometidos e necessitariam de polinização a mão.

Foto 

   Ainda estão em estudo quais seriam os impactos sentidos nas abelhas quando em contato com uma quantidade mínima dos inseticidas. Os pesquisadores também estudam alternativas sustentáveis para a contenção de pragas.

terça-feira, 19 de março de 2013

Transferência de Mirim Preguiça p/ caixa INPA. (Friesella schrottkyi (Friese, 1900)




   À algum tempo, trouxe para casa um tronco contendo uma colônia de abelhas sem ferrão da espécie Mirim Preguiça - "Friesella schrottkyi" (Friese, 1900).




   Notei que o espaço estaria pequeno, pois o tronco possuía somente algumas frestas. À princípio coloquei uma pequena caixa no topo, em cima da fresta, para que elas pudessem disponibilizar de um maior espaço.



   Aos poucos elas iam ocupando o espaço adicionado, observe acima a foto de um dos cantos da "sobre caixa" após uns 30 dias.
   Mas resolvi então dá-la uma casa digna de uma Mirim, uma caixa modelo INPA.
   Depois de abrir o toco ao meio, observei que o espaço nem era tão pequeno assim, pois elas pareciam estarem bem acomodadas.



   Para minha surpresa, esta colônia estava prestes a enxamear.                                  
   Observe na foto abaixo a PRISÃO REAL onde se encontrava a rainha não fecundada, aguardando a ordem da rainha predominante para seguir seu ciclo de reprodução.


Foto da prisão real (círculo vermelho) com rainhas, fecundada(círculo verde) e virgem(círculo azul).



   A rainha não fecundada, anda somente sobre o piso da sua prisão real, que foi rompida com a abertura do toco.



   Esta abaixo, é a rainha fisogástrica, que comanda esta colônia. Observe a diferença dos tamanhos do abdômen de ambas... um fecundada e outra não fecundada.



   Agora as crias posicionadas na nova casa.. Tive que ir empilhando de forma que ficassem todos em suas posições originais à que estavam dentro do toco.



   Sempre aprendemos com estas atividades, nesta eu pude presenciar a tão falada prisão real.
   Nesta ocasião, eu deveria ter dividido o toco em duas colônias, uma contendo crias nascentes, a rainha virgem e algumas campeiras. Enquanto na outra ficaria com a rainha já em fase adulta, crias e as campeiras.
   Abaixo, uma foto do dia em que fiz a transferência. 
   Mostrando as fotos aos amigos do ABENA, que fui ter o conhecimento de que eu deveria ter feito a divisão e de que se tratava de uma colônia prestes a enxamear. 



Tarde demais!

   Quando fui verificar no outro dia, lá estava uma das rainhas mortas, e era a mais velha (Adulta), e a rainha virgem transitava por todo lado comemorando sua vitória.
   Ao colocá-las juntas novamente na colônia, travaram um batalha para ver quem ficaria. Isto por conta da soltura da rainha virgem antes do tempo, se eu estivesse mantido a prisão real intacta, o processo de multiplicação tinha dado continuidade. Mas também, se eu já soubesse, já teria feito a divisão.
   Reduzi o espaço para somente uma alça, pois o clima teve uma mudança brusca no dia seguinte e daqui p/ frente a temperatura cai.

   Bom, vivenciando é que se aprende  e estou muito satisfeito por presenciar este espetáculo das Mirins !!!!

Mais um dia de atividades no Meliponário da Paz!

   Obrigado à todos pelas visitas e sempre que puderem, deixem seu comentário!

Um abraço!!!





📲 (35) 98706 1230 
Meliponário da Paz